Imagino-te ainda belo
Vigoroso
Mas, incrivelmente, não desejo ver-te
Basta-me saber-te bem
Basta a mim a doçura
de ter entendido que és do mundo
e desejar que ele te entenda
porque não és fácil
Mas não quero ser mais eu
a decifrar-te
a morrer de amores
e ainda ser pouco
para o teu grande buraco
de carências passadas
Sou apenas eu
leve e tranqüila
Sem os rompantes e palpitações
de antes
Torcendo para que sejas feliz
Ali
onde estás
onde pertences
que eu quis tanto fazer parte.
Já não quero
porque nunca me deixaste
de fato entrar
E a ventania do lado de fora
judiou do meu corpo
da minha pele
dos meus anos passados
do meu coração
em chamas
E agora por mais que chames
já não creio
já não caibo
já não quero.
Vigoroso
Mas, incrivelmente, não desejo ver-te
Basta-me saber-te bem
Basta a mim a doçura
de ter entendido que és do mundo
e desejar que ele te entenda
porque não és fácil
Mas não quero ser mais eu
a decifrar-te
a morrer de amores
e ainda ser pouco
para o teu grande buraco
de carências passadas
Sou apenas eu
leve e tranqüila
Sem os rompantes e palpitações
de antes
Torcendo para que sejas feliz
Ali
onde estás
onde pertences
que eu quis tanto fazer parte.
Já não quero
porque nunca me deixaste
de fato entrar
E a ventania do lado de fora
judiou do meu corpo
da minha pele
dos meus anos passados
do meu coração
em chamas
E agora por mais que chames
já não creio
já não caibo
já não quero.

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