Não tenho medo de ser menina
mesmo sendo assim, já adulta;
sorrio feito uma
e meu sentimento ainda jorra puro,
incontido,
pueril.
Minha transparência me entrega
nada trago que você não veja
nada escondo
a não ser de mim mesma.
E quando acho,
publico na testa
esboço um ar de sapeca
e, se for o caso,
me desculpo.

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